quinta-feira, 14 de maio de 2015


 A RELEVÂNCIA DO DESIGNER INSTRUCIONAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM A DISTÂNCIA, POR MARTA OUCHAR DE BRITO


 “O avião é somente uma máquina, mas que invento tão maravilhoso, que magnífico instrumento de análise: revela-nos a verdadeira face da Terra."
                                                                                                              Antoine de Saint-Exupéry
Resumo

O trabalho que segue apresenta uma discussão centrada na relevância do designer instrucional frente à grande expansão da Educação a Distância. Para tanto discute inicialmente o conceito de designer instrucional e a ideia de mapa conceitual na produção dos esquemas utilizados pelo profissional de designer. Num segundo momento o texto aborda efetivamente o trabalho do designer, apresentando uma análise de alguns trechos organizados graficamente, com vias ao aprendizado a distância. Foram tomados como suporte teórico para realização deste trabalho, nomes como

Palavras-chave: Designer instrucional; Ensino-aprendizagem; Educação a Distância


1 INTRODUÇÃO

                Grande parte dos professores que estão em sala de aula atualmente passam por um processo de transição entre um modelo de educação tradicional para um modelo ancorado em vários recursos tecnológicos.
                Esses vários recursos chegam às escolas e de certa forma são impostos, pois o público discente, nativo deste mundo tecnológico, já faz largo uso desses recursos.
                Além da exigência do público, há também a necessidade de adaptação por parte do profissional da educação que nasce da demanda de trabalho específico, aqui contemplamos a Educação a Distância, como modalidade em franca expansão.
                É diante dessa expansão que o professor se coloca, atrelado a uma formação básica limitada aos recursos tecnológicos do período de graduação e à necessidade de flexibilização de sua prática e produção docente.
                Essas questões, recolhidas durante os muitos anos de docência desta pesquisadora impeliram á escolha de um tema que contemplasse exatamente a produção e a prática docente. Sendo assim, o designer instrucional aparece como uma rica possibilidade de produção de material didático que se adapta aos novos ambiente educacionais e impele o professor ao uso de vários recursos midiáticos, naturalmente inseridos em sua prática.
               Diante da crescente expansão da Educação a Distância, a necessidade de produção de Conteúdos Educacionais Digitais é muito grande. Os novos meios, a nova linguagem e o novo perfil de alunos pede conteúdos adequados a esse novo contexto.
             Dessa forma, é importante investigar a relevância do designer instrucional no processo de ensino-aprendizagem a distância para entender de que maneira a organização e estruturação dos conteúdos adaptados para um ambiente virtual interferem no processo ensino-aprendizagem, nessa modalidade.
            Para responder a essa questão, esta pesquisa utilizou o relato de experiência, desenvolvido a partir da análise de material confeccionado para um curso à distância nos moldes do e-learning. O material compôs um curso de extensão que contava com vários recursos midiáticos de apoio à aprendizagem, entre eles o material confeccionado a partir  do designer instrucional.
            O objetivo geral desta pesquisa é apontar a relevância do processo de adaptação de conteúdos, pelo designer instrucional, para o processo de ensino-aprendizagem a distância.
            Para tanto, dois objetivos específicos foram traçados. Quais sejam: apresentar um curso na modalidade e-learning, acompanhado do material redigido e sem ajustes do designer; e, num segundo momento, encerrar uma análise que aponte as ligações e percursos apontados pelo material adaptado que, por usa vez, podem viabilizar o processo de aprendizagem na modalidade já mencionada.
            A fundamentação teórica do trabalho está ancorada em nomes como Fábio Lucas, Milton Jose de Almeida, Juliane Correia, Vigotisk entre outros.


2 O QUE É DESIGN INSTRUCIONAL

                Inicialmente é preciso saber o conceito específico de cada um dos vocábulos que formam essa nova palavra que invadiu a área da educação a distância.  Designer é a pessoa que trabalha com design e, para o Dicionário Priberian,  design é uma palavra inglesa que significa:
1. Disciplina que visa à criação de objetos, ambientes, obras gráficas, etc., ao mesmo tempo funcionais, estéticos e conformes aos imperativos de uma produção industrial.
2. Conjunto dos objetos criados segundo estes critérios (ex.: vender design).
3. Aspecto de um produto criado segundo esses critérios (ex.: design inovador).
4. Criado, concebido segundo os critérios do design (ex.: móveis design).

O mesmo dicionário on line afirma que instrução, do latim instructio, - onis, (ação de adaptar, ordem, disposição), significa:
1. Ato! ou efeito de instruir.
2. Conjunto de conhecimentos adquiridos na escola. = ALFABETIZAÇÃO, ESCOLARIZAÇÃO
3. Conhecimentos de uma pessoa. = SABER ≠ ANALFABETISMO, IGNORÂNCIA
4. Dir. Conjunto das informações e indagações com que se instaura uma causa; fase do processo em que se reúnem os meios de prova e a maneira de os utilizar.

                A partir das definições apresentadas pode-se postular algumas conceituações acerca do designer instrucional. Esse profissional da Educação seria então aquele que cria objetos ordenados de tal forma que facilitem a aprendizagem do aluno. Essa seria uma definição básica para um profissional de extrema importância dentro dos ambientes virtuais de aprendizagem, mas existem muitos pesquisadores que buscam apreender a real amplitude do trabalho desse profissional.  
             Para Aquino (2004), o livro "Design Instrucional Contextualizado", da Andrea Filatro (2003)   um dos mais recentes estudos acerca da atividade do designer instrucional.

A ação institucional e sistemática de ensino, que envolve o planejamento, o desenvolvimento e a utilização de métodos, técnicas, atividades, materiais, eventos e produtos educacionais em situações didáticas específicas, a fim de facilitar a aprendizagem humana a partir dos princípios de aprendizagem e instrução conhecidos. 
 
                Os materiais produzidos pelo designer instrucional devem orientar o aprendizado a distância, pois os textos nessa modalidade, devem seguir alguns critérios que auxiliam o aluno a superar as dificuldades de entendimento que os textos frequentemente apresentam.
                Para Gutierrez e Prieto (1994) apud Corrêa (2007, p. 21), a produção do material para EAD deve passar “pela informação selecionada, pelo modo de apresentá-la, pela beleza das palavras e das imagens, pela abertura da obra e pela busca de envolvimento do interlocutor”.
                A disposição das informações devem então guiar o aluno pelo percurso adequado para a construção do conhecimento. Esse caminho é construído com todos os recursos gráficos disponíveis nos ambientes virtuais, e são muitos.
                Entretanto, é exatamente nesse momento que a tarefa  e, por conseguinte, a conceituação do designer instrucional se especifica, pois não basta saber trabalhar com os vários recursos gráficos ou conhecer os conteúdos a serem adaptados, é preciso ser um híbrido, ou seja, um profissional que conheça os conteúdos curriculares e saiba utilizar os recursos gráficos na adaptação. Segundo Correa  (2007, p. 22) “É importante lembrar que a estruturação do material impresso está diretamente relacionada à matriz curricular do curso”.
                Essa ressalva vale também para a estrutura do curso e para a apresentação dos módulos e materiais de apoio, como slides e vídeos, por exemplo.


3 O ENSINO-APRENDIZAGEM NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

                Como aprendemos? Num modelo tradicional, com a presença física do professor, o processo ensino-aprendizagem se dá sempre apoiado na orientação contínua do professor. No caso da educação a distância essa presença docente é substituída por recursos de comunicação que constroem a presença virtual do professor.
                O papel do aluno neste modelo é muito mais ativo, pois é, em grande parte, de sua iniciativa que depende o processo de aprendizagem.
                Diante desse fato, o trabalho do professor durante a produção do material deve ser muito mais atencioso, para minimizar ao máximo os obstáculos enfrentados pelo aluno, em sua ausência.
                Segundo Corrêa (2007, p.31)
É fundamental lembrar que o aluno de EAD estuda sozinho. Nesse caso, os textos produzidos devem considerar essa particularidade. O escritor precisa esforçar-se para produzir um texto que atenda às necessidades e demandas dessa modalidade de ensino. O texto deve fazer com que a aprendizagem aconteça. Para isso, deve encorajar e se aproximar dos alunos. É importante que o escritor considere, ao escrever o texto, as perguntas e as atividades como forma de promover a aprendizagem.
                Aqui pode-se inserir também um conceito de leitura que, no processo ensino-aprendizagem, na modalidade EAD é extremamente importante, pois o “escutar”, principalmente na WEB, é, em grande parte, substituído pelo “ler”.
                Para muito pesquisadores a leitura “é um processo no qual o leitor participa com uma aptidão que não depende basicamente de sua capacidade de decifrar sinais, mas sim de sua capacidade de dar sentido a eles.”
                Acontece que os textos - aqui entendidos como qualquer enunciado com sentido completo, independente da linguagem utilizada – trazem informações que serão, muitas vezes, interpretadas de maneira diferente pois cada leitor traz experiências diferenciadas.
                É nesse momento que o papel do designer instrucional torna-se essencial ao processo de ensino-aprendizagem, pois é a organização e a apresentação do conteúdo que guiará o aluno na construção do conhecimento dentro do currículo escolar.
                O trabalho do designer instrucional torna-se também interdisciplinar porque ao lançar mão das várias linguagens, ele recupera conhecimentos de outras disciplinas, tais como História, Artes, Geografia e outras.
                Essas outras linguagens aparecem, de forma muito clara na produção de slides, que muitas vezes são sequências de mapas conceituais que orientam o aluno no processo de aprendizagem.
                Uma outra questão pode ser explorada nesse momento de aprendizagem e trata-se da zona de desenvolvimento proximal, postulada por Vygotsky (1998).

Ela é a distância entre o nível de desenvolvimento real, que se costuma determinar através da solução independente de problemas, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através da solução de problemas sob a orientação de um adulto ou em colaboração com companheiros mais capazes. (Vygotsky, op. cit., p. 112).

4 O MATERIAL PRODUZIDO PELO DESIGNER INSTRUCIONAL

                O designer instrucional lança mão de diversos recursos para transformar o conteúdo apresentado de forma redacional em esquemas que facilitem o processo de aprendizagem autônomo. Segundo Tavares (2007, p.76) "O construtivismo tem diversas vertentes, mas todas concordam em considerar a aprendizagem como um processo no qual o aprendiz relaciona a informação que lhe é apresentada com seu conhecimento prévio sobre esse tema."
                O material preparado pelo designer vai exatamente explorar as relações possíveis e o contextos no qual esse conceito se apresenta ou pode se apresentar.
                Assim como o texto na educação a distância deve ser auto explicativo, exatamente por que há a ausência (física) do professor, os esquemas criados pelo designer instrucional também deve apontar caminhos e clarificar possíveis duvidas.

4.1 MAPAS CONCEITUAIS

               É possível utilizar neste momento a teoria do mapa conceitual para ilustrar o objetivo dos esquemas construídos pelo designer instrucional. Para Tavares (2007, p.72)

O mapa conceitual é uma estrutura esquemática para representar um conjunto de conceitos imersos numa rede de proposições. Ele é considerado como um estruturador do conhecimento, na medida em que permite mostrar como o conhecimento sobre determinado assunto está organizado na estrutura cognitiva de seu autor, que assim pode visualizar e analisar a sua profundidade e a extensão. Ele pode ser entendido como uma representação visual utilizada para partilhar significados, pois explicita como o autor entende as relações entre os conceitos enunciados.

                Segue abaixo, uma mapa conceitual que busca fornecer ao aluno um roteiro para o entendimento do que é um texto descritivo. Para tanto, há, na imagem, uma intenção marcada por parte do autor do mapa.



Imagem 1 – Mapa conceitual sobre texto descritivo.

                O gênero textual em questão – a descrição -  aparece no centro da imagem, para forçar o leitor a inicialmente focar e marcar o gênero. A partir daí, o mapa se amplia e começa a apresentar as características e possibilidades da descrição.
                À esquerda, aparecem dois círculos achatados, com os nomes objetivamente e subjetivamente, ou seja, “o texto descritivo pode descrever subjetiva ou objetivamente.” Essa é a linha de raciocínio sugerida pelo autor do esquema.
                Do outro lado, o mapa apresenta mais três círculos achatados contendo as seguintes palavras: Objeto, Imagem de um objeto (lembrança) e Abstração. Aqui o raciocínio sugerido é: O texto descritivo pode descrever um objeto, a imagem de um objeto (lembrança) ou uma abstração.
                E, finalmente, na vertical, o mapa apresenta o objetivo do texto descritivo, qual seja: caracterizar objetos apresentando características percebidas através dos cinco sentidos. Essas informações na Vertical aparecem dentro de retângulos. Isso é importante para que o receptor da mensagem contida no esquema acompanhe o processo e perceba a diferença dessas informações.
                Nesse esquema, a direção que deve ser seguida pelos olhos do leitor é marcada por setas, mas há outros mapas que se utilizam de outros recursos para induzir esse olhar, tais como cores e símbolos.
                No caso dos esquemas produzidos pelo designer instrucional, há um uso até hiperbólico desses recursos, pois além de traduzir o conteúdo apresentado originalmente de forma redacional ele deve ser auto explicativo, prevendo e solucionando possíveis dúvidas no processo ensino-aprendizagem.


5 A ADAPTAÇÃO DO CONTEÚDO: UMA ANÁLISE

                Aqui é preciso entender o processo utilizado pelo designer para transformar o conteúdo. Inicialmente o conteúdo é apresentado pelo curso, no Ambiente de Aprendizagem Virtual, em arquivos postados em locais específicos dentro desse ambiente, ou pode ainda ser apresentado impresso, em forma de apostilas, por exemplo.
                Independente do formato e/ou material utilizado para a apresentação tradicional do conteúdo, o aluno precisará de outros suportes que direcionem seus estudos e sua aprendizagem.
                O trecho que segue faz parte do material impresso de um curso sobre Comunicação Empresarial. Esse curso dispõe, além do material que pode ser impresso, de vídeo aulas gravadas, onde o professor faz a explicação pontual de cada tópico e de um conjunto de slides que traduzem esses tópicos em esquemas ou resumos que direcionam a aprendizagem do aluno.

Módulo 1:  Comunicação Empresarial
Tópico/Slide 5: Canal
O número e a variedade de canais de comunicação sofreram nas últimas décadas uma ampliação significativa. Na verdade, muitos desses canais já existiam, mas eram pouco ou nada utilizados. Com a expansão tecnológica, esses canais se efetivaram e seu uso foi estendido à grande parcela da população mundial.
Um canal de comunicação é o meio utilizado para transmitir a mensagem. Vamos imaginar a seguinte cena:
Falamos da televisão, do rádio, dos computadores e outros.
Os canais de comunicação não são apenas tecnológicos. Quando a tecnologia, na acepção atual ainda não existia, o homem utilizava outros canais de comunicação, tais como a voz e as paredes das cavernas.
Observe como o homem se comunicava no período Paleolítico, uma das três fases da pré-história:
Paleolítico:  Machado de madeira e pedra (reprodução)
Nesta fase, os seres humanos se comunicavam com uma linguagem pouco desenvolvida, baseada em pouca quantidade de sons, sem a elaboração de palavras. Uma das formas de comunicação eram as pinturas rupestres. Através deste tipo de arte, o homem trocava idéias e demonstrava sentimentos e ¬¬preocupações cotidianas.
Disponível em http://www.suapesquisa.com/prehistoria/ Acesso em 23/11/2008
Sendo assim, concluímos que qualquer meio utilizado para transmitir uma mensagem, formulado por qualquer código convencional ou secreto, é um canal de comunicação.
Esses canais são variados, tais como os sons, os sinais visuais, os gostos, os cheiros e outros.

                Enquanto o aluno lê o conteúdo apresentado em forma redacional, pode também assistir ao vídeo aula e acompanhar a explicação com os slides, que são também seguidos pelo professor durante a explicação, ou seja, é um conjunto de mídias que, juntas acompanham e direcionam o processo de aprendizagem do aluno.
                Mas como realmente acontece a ligação entre o texto e o esquema?
                Nesse caso, é preciso que o aluno encontre no esquema apresentado, o que há de mais importante no texto. Dessa forma, é muito importante que o designer tenha conhecimento do conteúdo exatamente para poder julgar esse quesito.



Imagem 1 – um dos slides do primeiro módulo do curso de Comunicação Empresarial e Redação Comercial


                O esquema acima é a tradução feita pelo designer para o texto sobre o canal de comunicação. Neste caso, o mais importante é que o aluno entenda a ideia de ligação e de que há várias possibilidades de ligação, que são os canais.
                Por esse motivo, o esquema apresenta dois retângulos verdes que estão separados pela palavra canal, ou seja, reforçando a ideia de que a ligação entre o emissor e o receptor se fará por um canal.
                A esquematização da ideia segue com algumas setas que saem da palavra canal e apontam para as variedades de canais que podem existir: telefone, rádio, televisão, computador. Desse modo, completa-se o conceito de que existem vários canais que fazem a ligação entre emissor e receptor.
                Para concluir o quadro, há uma ilustração que contextualiza a ideia de comunicação: um homem ao telefone.


6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

                Todos os movimentos apresentados na esquematização de conteúdos apontam para dois aspectos relevantes: O primeiro é a inegável necessidade de um profissional híbrido, que transite de forma relativamente confortável entre o designer e a educação. E o segundo aspecto é a importância que uma “tradução” adequada dos conteúdos apresenta no processo ensino-aprendizagem, pois é a mão do professor, agora substituída pelos vários suportes tecnológicos que guia o aprendizado do aluno.
                Alguns detalhes da produção do material “transformado” são relevantes, entre eles a ligação muito clara entre o que foi transformado em esquema e os aspectos essenciais do conteúdo. Esse cuidado na escolha dos conteúdos culmina na produção de um roteiro até certo ponto subliminar que guiará o aluno durante o processo de aprendizagem.
                Por tratar-se uma modalidade que não apresenta a figura tradicional do professor, todos os detalhes desse “novo” material didático deve ser pensado para suprir possíveis dúvidas.
                É sabido que, a despeito de todos os cuidados com o material, os obstáculos ao aprendizado surgirão, mas esse é o grande desafio desta educação que se coloca como um caminho inerente a uma escola que também é sociedade e não se encontra apartada dela, e, portanto, sente todos os dilemas da contemporaneidade.
                Suprir a presença física do professor, criando expedientes que auxiliem o processo de ensino-aprendizagem, mantendo uma educação de qualidade. A tecnologia, na concepção de máquina, já apresentou esses recursos, resta a tecnologia humana adaptar e usufruir desses recursos, na Educação.


7 REFERÊNCIAS

CORRÊA, Juliane (org). Educação a Distância: orientações metodológicas. Porto Alegre: Artmed, 2007.
FLORES, Onice Claro. Ensino de Língua e Literatura: alternativas metodológicas. Canoas: Ed. Ulbra, 2001.
SILVA, Ezequiel Theodoro (org.). A leitura nos oceanos da Internet. São Paulo: Cortez, 2003.
TAVARES, Romero. Construindo mapas conceituais.  Ciência e Cognição. Vol 12. 2007. Disponível em http://www.cienciasecognicao.org/pdf/v12/m347187.pdf Acesso em 17 de outubro de 2010.